A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a alimentação do bebé deve ser feita exclusivamente com leite materno até aos primeiros seis meses de vida e continuar a amamentar até ao primeiro ano de vida da criança. Conheça os benefícios da amamentação para o seu bebé e para si.
Vários estudos têm demonstrado a importância da amamentação para a mãe e para o bebé, entre os quais: melhorar o sistema imunitário da criança; beneficiar o desenvolvimento neurológico do bebé; melhorar a respiração nasal, a mastigação e a degustação do bebé; promover o crescimento do osso mandibular aumentando o espaço oral e o equilíbrio da morfologia dentária; diminuir as hipóteses de utilização de aparelhos de ortodontia; diminuir a probabilidade de aparecimento de cancro da mama; ajudar na depressão pós-parto; e muito importante, ajudar positivamente na interacção emocional da mãe com o bebé.
Por todos estes motivos e mais alguns não prescinda de amamentar o seu bebé. A saúde dele vai agradecer e a sua também!
Foto | Raphael Goetter

Não há nenhuma resposta definitiva a esta questão. Os pediatras e a Organização Mundial de Saúde aconselham que se use a amamentação exclusivamente até aos 6 meses. Após os seis meses a amamentação deve ser complementada gradualmente com outras comidas para bebé.
Não há um sinal ou uma data para parar a amamentação. Este processo vai depender, sobretudo, do bebé. Com o tempo ele vai preferindo provar e descobrir os sabores das papinhas. E gradualmente vai perdendo o interesse em mamar.
Este é um processo absolutamente natural, e, não se deve preocupar demasiado com este assunto. Em último caso deve consultar, sempre, um pediatra. Você em conjunto com o pediatra irão decidir qual é a altura ideal e a melhor forma de o fazer, para que não interfira com a saúde do bebé.
Foto | Qole Pejorian

Interessante vídeo que nos ensina algumas técnicas para massajar os bebés. A massagem é um elemento importante para relaxar e acalmar o bebé.
Foto |valentinapowers
Estimular os bebés entre os 0 e 3 meses é essencial para que o bebé tenha um desenvolvimento equilibrado e sustentado. Poderemos ver algumas das técnicas sugeridas pelos especialistas.
Trata-se de um sintoma que caracteriza, juntamente com o vómito, infecções gastro-intestinais causadas por vírus ou bactérias. Perdas líquidas e contínuas são o sinal inconfundível da diarreia.
Por vezes pode-se ficar na dúvida, especialmente com um bebé de poucos meses que habitualmente tem fezes moles. Assim, como identificar a diarreia sem ficar com margem para dúvidas? É diarreia quando a frequência supera o número habitual (na prática, mais de 6 ou 7 vezes ao dia). O aspecto das fezes também é importante: são aquosas ou semi-líquidas, com uma coloração acastanhada.
O que fazer?
- Aumentar a ingestão de líquidos para evitar a desidratação; no caso de crianças maiores, evite os lacticínios em geral, pois o leite pode aumentar ainda mais o problema;
- Não dê medicamentos sem indicação médica, pois além de não serem úteis na maioria das vezes, podem prejudicar ainda mais a flora intestinal. Se o seu bebé tem febre alta, o pediatra poderá indicar um antifebril. Para crianças maiores pode-se seguir uma alimentação mais leve, a base de batatas, cenouras e arroz, e também chá com bolachas.
Após alguns dias, passada a fase aguda, deve voltar à alimentação normal. Lembre-se sempre de dar bastante líquidos ao seu filho, para evitar que ele se desidrate.
Há várias regras para amamentar correctamente os bebés, e que as mamãs devem seguir.
A primeira regra que a mamã deve saber é que deve dar um peito de cada vez ao bebé. Quando se começa a dar o peito ao bebé, deve-se continuar até que acabe e só depois é que se deve passar para o outro peito.
Existe dois tipos de leite que o peite fornece, o anterior e o posterior. O dois possuem diferentes nutrientes, mas com o mesmo grau de importância. O leite anterior é o primeiro leite que sai do peito, quando o bebé começa a mamar. Este leite é rico em água, lactose e vitaminas.Elementos esssenciais para a protecção do bebé.
O leite posterior só começa a ser “produzido”, quando o bebé começa a mamar. Este leite é rico em gorduras e e proteínas.

A segunda regra de amamentação tem a ver com a escolha do peito a dar. Deve alternar sempre os peitos para que assim a amamentação seja mais equilibrada, e o peito tenha tempo de produzir o leite com qualidade. Há pessoas que colocam um pequeno alfinete na copa do soutien para se lembrarem que foi naquele peito que o bebé mamou na última vez. Assim já sabe que é o outro peito que deve dar.
Dizem os especialistas que o tempo ideal para a amamentação é de cerca de 20 minutos. Mas isto é apenas um ponto de referência, já que cada bebé tem o seu próprio ritmo.
Estas duas regras podem parecer básicas, mas fazem toda a diferença na saúde dos bebés.Segundo alguns especialistas, se os bebés se alimentarem apenas de leite anterior irão ter mais problemas com cólicas e um crescimento e baixo ganho de peso.

Recentemente o ionline publicou um artigo interessante sobre a vacinação de bebés.
Foram entrevistados vários pediatras, e a opinião foi unânime. Os pediatras aconselham os pais a vacinar os bebés contra a Gripe A entre os seis meses e os dois anos.
Os médicos aconselham vivamente a vacinar os bebés contra a Gripe A. Esta é uma vacina com as mesmas caracteristicas que outra qualquer vacina e não há risco nenhum.
A questão da vacinação é sobretudo importante para evitar problemas de saúde pública. Esta gripe tem um alto grau de contágio e por isso pode sobecarregar os serviços hospitalares. As crianças devem ser vacinadas, porque podem ser um poderoso veiculo de dissseminação do virus na população. Todos sabemos que a grande maioria de bebés e cranças frequentas cresces, por isso têm grandes hipóteses de serem contagiados. Passando a gripe para o seio familiar.
A conclusão que poderewmos tirar é que esta é mais uma gripe. Uma gripe diferente. É aconselhável vacinar os bebés, mais por questões de prevenção e para travar a propagação do vírus.
Via | ionline