A fragilidade das crianças, especialmente com menos de 2 anos, em relação à Gripe A é mais que muita. Para esta faxa etária os especialistas aconselham medidas de protecção extra, tais como evitar a frequência do Jardim de Infância quando, estas apresentam sintomas. Existem, também, alguns pediatras que defendem o alargamento da fase de amamentação. Estas e outras recomendações devem-se ao sistema imonulógico pouco desenvolvido, e muito mais volnerável aovirus, não só, H1N1 mas também o da gripe sazonal.
Alguns conselhos:

Recentemente o ionline publicou um artigo interessante sobre a vacinação de bebés.
Foram entrevistados vários pediatras, e a opinião foi unânime. Os pediatras aconselham os pais a vacinar os bebés contra a Gripe A entre os seis meses e os dois anos.
Os médicos aconselham vivamente a vacinar os bebés contra a Gripe A. Esta é uma vacina com as mesmas caracteristicas que outra qualquer vacina e não há risco nenhum.
A questão da vacinação é sobretudo importante para evitar problemas de saúde pública. Esta gripe tem um alto grau de contágio e por isso pode sobecarregar os serviços hospitalares. As crianças devem ser vacinadas, porque podem ser um poderoso veiculo de dissseminação do virus na população. Todos sabemos que a grande maioria de bebés e cranças frequentas cresces, por isso têm grandes hipóteses de serem contagiados. Passando a gripe para o seio familiar.
A conclusão que poderewmos tirar é que esta é mais uma gripe. Uma gripe diferente. É aconselhável vacinar os bebés, mais por questões de prevenção e para travar a propagação do vírus.
Via | ionline
Segundo um estudo norte americano, realizado na universidade de Yale,a vacina contra a gripe, ministrada em grávida protege os bebés contra futuras hospitalizações.
Os investigadores disseram que: “Descobrimos que vacinar as mães durante a gravidez era 80% eficaz na prevenção de hospitalizações por causa da influenza em bebés durante o primeiro ano de vida, e 89% eficaz em prevenir hospitalizações em crianças com menos de seis meses de idade”

Fonte | farmacia.com.pt
Tratam-se de pequenas manchas brancas localizadas no interior da boca dos bebés, muitas vezes confundidas com restos de leite. Estas manchas são causadas por um fungo que também afecta os adultos com o sistema imunitário fragilizado.
O fungo é muito comum no ambiente e com o qual o corpo humano está, pois, em contacto com frequência.
Á semelhança dos microorganismos da mesma família, este fungo vive em ambientes húmidos – daí que tanto se possa instalar no interior da boca como na vagina, dando origem a infecções.
Os bebés são particularmente vulneráveis pois o sistema imunitário não está ainda completamente desenvolvido e as defesas são mais frágeis. Muitas vezes os fungos acumulam-se: o sinal do seu crescimento na boca são pequenas manchas esbranquiadas no palato, na língua e no interior das bochechas.
Estas manchas confundem-se com restos de leite, mas distinguem-se com facilidade: os pequenos depósitos de leite removem-se facilmente com a ajuda de uma compressa, sem deixar marca, enquanto os “sapinhos” aderem às mucosas e, quando saem, causam irritação chegando a sangrar.
Além das manchas outros sinais da candidiase oral – nome técnico dos “sapinhos” – podem estar presentes: o bebé pode apresentar alguma irritabilidade e perder o apetite, pois a sucção – seja do mamilo materno seja da tetina – pode causar-lhe incómodo.